quarta-feira, 22 de março de 2017

Barbosania

Um pterossauro da Formação Santana. Diferente da maioria dos Ornithocheiridae, Barbosania gracilirostris não possuía cristas no focinho.

Ilustração feita para Pteros, a enciclopédia virtual dos pterossauros.

Pintura digital (Wacom Intuos + Photoshop).



sexta-feira, 17 de março de 2017

Calamopleurus

Peixe predador, tendo inclusive espécimes encontrados com outros peixes ainda em suas mandíbulas. Calamopleurus cylindricus media cerca de 1,4 m de comprimento, consideravelmente maior que o Amia calva, único representante vivente da família destes peixes, a Amiidae.

Modelo em porcelana fria, escala 1:4.








Lepidotes

Uma das espécies do gênero Lepidotes encontradas no Brasil: L. piauhyensis.

O gênero é amplamente distribuído em nosso país, e Lepidotes piauhyensis é uma das espécies conhecidas de fósseis mais completos, e, consequentemente, uma das mais detalhadamente descritas.

Modelo em porcelana fria, escala 1:2.





Dastilbe

Este pequeno peixe é extremamente abundante no registro fóssil do Brasil. Dastilbe crandalli é conhecido de diversos espécimes pequenos, com cerca de 6 cm, mas os maiores poderiam chegar até 20 cm. Há, inclusive, evidência de canibalismo dos indivíduos maiores sobre os menores.

Modelo em porcelana fria, escala 1:1 (tamanho real para um indivíduo grande).







Leedsichthys

Novo modelo do gigante Leedsichthys problematicus. Novos achados nos revelaram um pouco mais sobre sua anatomia, notavelmente a presença de grandes nadadeiras pélvicas localizadas atrás das peitorais, e 4 pares de dentes minúsculos nas maxilas.

Modelo em porcelana fria, escala 1:30.








Xiphactinus

O "nadadeira-espada", significado do nome Xiphactinus, foi um voraz peixe dos mares do Cretáceo. Alcançava tamanhos consideráveis (X. audax chegava a 4-5 m, com espécimes indicando 6m), o que lhe permitia predar uma série de animais de seu ecossistema.

Um registro impressionante de sua voracidade foi preservada: um Xiphactinus com cerca de 4 m foi encontrado com um Gillicus de 1,8 m em sua barriga, registrando a última refeição do predador. O espécime ficou conhecido como "Fish within a fish" ("Peixe dentro de um peixe").

Modelo em porcelana fria, escala 1:15.








quarta-feira, 1 de março de 2017

Faxinalipterus

O único pterossauro brasileiro do Triássico; o mais antigo pterossauro conhecido; o menor pterossauro, com o tamanho de um pardal; pode não se tratar de um pterossauro.

Faxinalipterus minima tem alguns títulos interessantes para um pterossauro, mas sua identidade como um Pterosauria legítimo vem sendo questionada por alguns paleontólogos. Seus restos fósseis são relativamente escassos, não tendo sido encontrados os dedos das mãos (ou seja, não sabemos se seu quarto dedo era alongado e formava a asa), e há controvérsia se o material conhecido tem características que definitivamente o identifiquem como pterossauro.

Clique aqui para conferir a página sobre este pterossauro no site Pteros.

Pintura digital (Wacom Intuos + Photoshop).




quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Noripterus

Um pterossauro com bico afiado, dentes robustos e crista sobre a cabeça. Noripterus complicidens é um dsungaripteridae que viveu na China durante o Cretáceo, coexistindo inclusive com Dsungaripterus, o qual dá nome à sua família.

Clique aqui para conferir a página sobre este pterossauro no site Pteros.

Pintura digital (Wacom Intuos + Photoshop).





quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Austroposeidon: Belo, Forte e Impávido Colosso

Austroposeidon magnificus, o maior animal conhecido a caminhar sobre solo brasileiro. Tal título combina perfeitamente com o trecho do Hino Nacional "És belo, és forte, impávido colosso".

Pintura digital (Wacom Intuos + Photoshop CS5).



terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Desmostylus

Desmostylus hesperus, animal semelhante a uma mistura de hipopótamo com pinípede. Foi um mamífero aquático que habitava áreas de litoral e estuários, uma vez que sabe-se que se alimentava tanto de vegetação marinha quanto de água doce.

Diferente dos outros desmostílios Paleoparadoxia e Neoparadoxia, Desmostylus provavelmente poderia se sustentar em terra firme.

Modelo em porcelana fria/biscuit. Escala 1:8.